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E chegaram os 4 anos…

E minha baixinha tá crescendo linda e sapeca!

A festinha foi mais uma vez na escola, junto com os amiguinhos, e ela tava super feliz!

1 comment October 11th, 2009

Cuidado com a mola!

Ontem eu estava deitada lendo um livro, quando Lara chegou perguntando se podia dar uma cambalhota na minha cama. Eu disse que não, pois podia machucar o pescoço, até quebrar.

Ela me olhou espantada e disse:

- Pode até sair sangue? E ficar assim igual à “mola” sem cabeça?

Add comment October 5th, 2009

In english

Lara tem uma boneca a quem deu o nome de Maria Laura (mesmo nome de uma coleguinha da escola).

Ontem ela chegou pra mim, com uma carinha serelepe e a boneca nos braços, e perguntou:

- Mamãe, você sabe o nome da minha boneca?

- Sei, filha, não é Maria Laura?

- Não. É Talita!

- Mas… sempre foi Maria Laura…

- Mas Talita é o nome dela em inglês!

6 comments February 20th, 2009

Então é natal…

O Arthur não quis de jeito nenhum tirar fotos com o Papai Noel, porque “esse é um homem vestido, mamãe, não é o de verdade.”

E a magia continua existindo lá em casa. Mas a cada ano que passa vai ficando mais difícil manter esse encantamento. Já me vi em cada beco sem saída…

Esse ano foram duas perguntinhas básicas que me deixaram sem resposta e aí tive que enrolar e mudar de assunto:

- Mas mamãe, Papai Noel não compra os brinquedos, ele fabrica na fábrica dele que fica no Pólo Norte!!! (Arthur, quando eu tava explicando que Papai Noel não podia dar pra ele um Ultra Dino, brinquedo que custa R$799,00!!);

ou

- Mamãe, porque Papai Noel não leva presentes pras crianças pobres? (Difícil entender, e mais ainda explicar).

E o meu desejo é que entre essas e outras que virão, eu possa continuar ainda por muitos anos vendo o brilho no olhar que essa fantasia linda provoca nos meus pequenos!

Feliz Natal pra todos!

3 comments December 24th, 2008

Adeus às fraldas

Ano passado, quando Lara completou 2 anos, a pediatra achou que deveríamos ir tentando o desfralde. Começamos a tirar a fralda durante o dia, mas as tentativas não passaram de dois dias, pois a baixinha começou a prender o xixi e o cocô, chegando a ficar um dia inteiro sem fazer nada, e chorando muito com dor. Não hesitei em devolvê-la às fraldas, achando que não era o momento certo de desfraldar, e assim ela seguiu tranquila durante todo esse ano.

Eu sempre acreditei que cada criança tem seu tempo, e achei mais prudente esperar que ela própria me desse sinais de que já era a hora, sem pressa.

Agora, finalzinho de novembro, a professora da Lara me chamou pra dizer que ela não queria mais ficar de fralda na escola (nenhum amiguinho usa fralda) e eu falei que a deixasse de calcinha que nós também faríamos o mesmo em casa.

O processo seguiu tranquilo (ela só fez xixi na calcinha umas duas vezes) e de repente nem xixi à noite Lara fez mais. Pronto, adeus às fraldas sem traumas, sem sofrimento e no tempo dela.

Confesso que fiquei meio espantada de como o processo foi rápido e tranquilo, mas aí recebi por e-mail um trecho do livro “A auto-estima do seu filho”, de Dorothy Corkille Briggs, que me fez entender direitinho tudo o que aconteceu.

Transcrevo aqui, para quem mais precisar de luz nesse assunto:

“Muitas pessoas receiam que a regressão temporária detenha o crescimento. Achamos que jamais conseguirão crescer se não estiverem avançando. Por mais estranho que pareça, temos confiança na capacidade das plantas de crescerem. Colocamos a semente num clima propício e acreditamos no pótencial que lhe permite desenvolver-se no seu próprio tempo, a seu modo. Atrasos no crescimento, ou algumas folhas murchas, não nos preocupam. Se alguma coisa nos parece errada, examinamos as condições que cercam a planta. Mas não a puxamos, nem tentamos distender as suas folhas.
Às vezes temos menos fé na capacidade de crescimento de nossos filhos do que de nossas plantas. Pressionando, insistindo e proibindo, procuramos forçá-los a crescer. Quando não há progresso, voltamos nossa atenção para as crianças e não para o clima que as envolve. Esquecemos que, como a semente, cada criança tem seu ritmo de crescimento.
(…) O crescimento não é uma progressão pronta, para frente e para cima. É um caminho sinuoso: três passos à frente, dois para trás, um para os lados, uns poucos momentos parados antes de um outro salto à frente.
(…) Todo crescimento implica numa incerteza. “Como será isso?”, “Será perigoso?”, “Haverá problemas se eu fizer isso?”. Caminhar na direção do desconhecido pode transformar-se em ansiedade. A criança que se sente segura em poder recuar precisa de muito menos coragem para aventurar-se porque seu caminho de volta não foi bloqueado.
A opção do recuo sem desonra torna a criança mais capaz de enfrentar o desconhecido.
(…) Isso quer dizer que você deve adotar uma atitude passiva e não fazer nada em relação ao crescimento? Não, absolutamente. Introduza novas experiências atraentes quando parecer que a criança está praparada. Estimule-a, gentilmente, a enfrentar situações novas. Mas ao mesmo tempo, respeite a sua preferência no caso dela rejeitar ou recuar. Forçar o crescimento apenas faz com que a criança se apegue ainda mais ao que é antigo… O respeito ao padrão de crescimento da criança, e à sua necessidade de segurança, é prova concreta de amor.”

4 comments December 7th, 2008

E viva os 3 anos da Lara!!

Ontem fizemos uma festinha na escola pra comemorar os 3 anos da Larinha! Ela tava muito feliz no meio dos coleguinhas.

Um deles, o Lucas, esse de roupa branca junto dela, nasceu no mesmo dia, e comemoramos os dois aniversários juntos!

O bolo foi eu que fiz, e essa semana tava assistindo uma entrevista com a J.K. Rowling, escritora do Harry Potter, e ela disse que não sabe cozinhar muito, mas gosta sempre de fazer os bolos de aniversário dos filhos, pois assim se sente mais mãe. E foi exatamente esse o meu sentimento…

1 comment October 11th, 2008

Final da saga do dedo na boca (ou Santa Hello Kitty!)

Quem acompanhou o nascimento da Lara, sabe que desde recém-nascida ela já enfiou o dedo na boca e não largou mais. Por achar o dedo mais complicado de tirar depois, até tentei introduzir a chupeta, mas não adiantou, ela só queria o dedo.

O dedo na boca estava vinculado à uma fraldinha de pano, e sempre que ela estava com sono ou queria se aconchegar por algum motivo (pra se consolar de um choro, quando tava doentinha, etc), agarrava a fralda e metia o dedo na boca. Dormia rapidinho desse jeito.

Acontece que ao chupar o dedo, os dentinhos de baixo da Lara roçavam nele, e isso foi criando um calo. Era até engraçado… quando alguém a via chupando dedo e perguntava, ela tirava o dedo da boca pra mostrar o “dodói” (calo).

Já tava dando até pra notar alteração na arcada dentária superior, inclusive com os dentes da frente ficando um pouquinho separados. Isso me afligia muito, mas não tinha jeito de fazer a Lara parar com aquela mania, era uma coisa sagrada pra ela.

Até que um dia o tal calo no dedo inflamou. Começou a ficar meio amarelado (não sei se tinha pus dentro) e avermelhado em volta. Conversei com ela dizendo que o dedinho estava dodói, que ia colocar remédio e um bandaid pra proteger, e que ela não poderia chupar o dedo. Comprei uma caixa de bandaids da Hello Kitty, o que ajudou muito pra Lara aceitar aquele curativo. E todo dia colocava Rifocina e o bandaid em cima.

Nos três primeiros dias foi uma tortura pra Lara dormir sem chupar o dedo! Era um sofrimento! Ela ficava agitada, chorosa, olhava pra mim com os olhos cheios d’água e dizia: mamãe, eu “goto” muito de chupar meu dedinho… E eu ficava com meu coração pequenininho, e tentava redobrar os carinhos, aconchegava no meu colo, tentava tirar um pouco daquela aflição até ela dormir. Mas isso só durou 3 dias!!

Eu reforçava com ela que o dedinho ia ficar bom, que os dentinhos dela não iam mais ficar feios porque ela não ia mais chupar o dedo, e o aos pouquinho o sono começou a chegar sem tanto sofrimento. A mão ainda chegava involuntariamente perto da boca, mas ela lembrava e tirava, e assim foi superando esse vício.

O calo desinflamou, caiu, e o dedo ficou novinho em folha, lisinho, bonitinho de novo. E eu continuei colocando o bandaid ainda por uns 10 dias com a desculpa de que o dedo ainda tava sarando.

Pois foi o suficiente.

Isso tudo aconteceu em agosto, e hoje Lara tá feliz por não chupar mais o dedo e por ele estar bonitinho (o calo era feio). E vocês acreditam que em trinta dias a arcada dentária já tinha voltado ao normal e os dentes da frente já não estavam mais tão separados?!

Agora ela dorme tranquila e sem dedo. E a gente também ficou muito feliz com o desfecho de uma história que imaginávamos ser bem mais complicada de resolver.

Add comment October 11th, 2008

Caras e bocas

De uma baixinha que não pode ver uma câmera fotográfica na frente!

caras e bocas

8 comments September 13th, 2008

Coca-Cola é isso aí!

Lara nunca tinha visto uma Pepsi.

Esse final de semana compramos uma, e depois do almoço, como é costume nos finais de semana, a baixinha pediu “Coca”.

- Não tem Coca, filha, só tem Pepsi.

Ela olhou pro copo sem entender nada, tomou um gole e perguntou:

- O nome dessa Coca é Pepsi?

10 comments July 28th, 2008

Novidades

Faz tempo que não atualizo o blog, mas por pura falta de tempo mesmo… Então, vamos às novas:

Agora eu tenho uma roqueira em casa! Olhem a cara de mau, olhem o estilo do cabelo, olhem o detalhe da mão!

Não é nada disso, foi só pose pra foto mesmo!! Ela tava brincando com a guitarra-controle do PlayStation2, do jogo Guitar Hero, e aí a gente fotografou. Não ficou uma gatinha?

Arthur anda jogando muito PS2 (nas férias pode) e inventando mil e uma coisas com seus milhares de Legos. Aliás, as duas únicas coisas que conseguem fazê-lo ficar horas e horas concentrado.

Ele ama Lego, desde pequeno com aquelas peças maiores, e até hoje com as pecinhas minúsculas e detalhadas. Pra mim foi o melhor investimento em brinquedo que já fizemos, pois é uma coisa que dura pra sempre (sabendo cuidar pra não perder), não enjôa, não tem limite de idade. E estimula a criatividade, concentração e coordenação motora.

Ele fica super empolgado com as coisas que faz, aí viu dia desses na televisão que ia ter um campeonato de Lego e me pediu pra inscrevê-lo. Assim fiz, e agora ele está concorrendo com crianças de todo o Brasil. Quem quiser votar no meu baixinho, é só entrar em Campeonato Lego, clicar no Estado de Minas Gerais e votar na construção da Igreja de Congonhas do Campo, de Arthur.

Ficou legal, né?

11 comments July 18th, 2008

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